Uma conta que você
pode conferir.
Responsável pelo projeto: Tiago. As ferramentas são educativas. Cada resultado depende dos dados informados e das hipóteses abaixo; não é uma recomendação de investimento ou de crédito.
Juros compostos e aportes
A cada mês, multiplicamos o saldo anterior por (1 + taxa mensal) e somamos o aporte ao fim do mês. A taxa anual é efetiva: a taxa mensal equivalente é (1 + taxa anual) elevado a 1/12, menos 1. Portanto, 12% ao ano não equivalem exatamente a 1% ao mês.
Taxas são convertidas de porcentagem para fração na conta: 1% vira 0,01. Não descontamos impostos, tarifas ou inflação. O prazo aceito é de 1 a 600 meses e a taxa equivalente pode ser de zero a 20% ao mês. Esses limites são operacionais, não estimativas de retorno.
Meta mensal
Resolvemos a mesma sequência de juros compostos para encontrar um aporte mensal constante. Com taxa zero, dividimos a diferença entre a meta e o valor inicial pelo número de meses. Se o saldo inicial, com o rendimento hipotético, já alcança a meta, o aporte necessário é zero.
Porcentagem
Parte = base × percentual ÷ 100. Proporção = parte ÷ total × 100. Variação = (final − inicial) ÷ inicial × 100. Descontos e aumentos são aplicados à base informada. Não dividimos por zero e não aceitamos desconto maior que 100%.
À vista ou parcelado
Total parcelado = entrada + quantidade de parcelas × valor da parcela. A diferença percentual usa o preço à vista como base. É uma comparação nominal; não calculamos CET, taxa de financiamento, valor presente ou custo de oportunidade. Parcelas precisam ter o mesmo valor.
Correção pelo IPCA
Multiplicamos o valor original pelo produto dos fatores (1 + variação mensal) de todos os meses selecionados, incluindo o primeiro e o último. Meses com deflação também entram. Uma lacuna na série interrompe o cálculo; não a substituímos por zero. Não há correção proporcional por dia.
O IPCA é produzido pelo IBGE e distribuído também pelo Banco Central. Para outra referência de cálculo, consulte a Calculadora do Cidadão.
Conversão de moedas
Usamos a PTAX de venda do Banco Central. De moeda estrangeira para real, multiplicamos pela cotação. De real para moeda estrangeira, dividimos. Entre dólar e euro, passamos pelo real usando cotações da mesma data. IOF, spread e tarifas não entram.
A PTAX é uma referência diária; não é um preço em tempo real nem uma oferta. Confira a fonte do Banco Central e a data exibida na ferramenta.
Distribuição dos dados
IPCA e câmbio chegam pelo arquivo público de ferramentas do TickerLab, que informa licença ODbL. O site consulta esse arquivo por uma rota própria, com cache de até dez minutos. Isso não significa que as séries sejam atualizadas a cada dez minutos: a referência de cada dado e a data do arquivo são exibidas nas calculadoras.
As demais contas não dependem de dados externos. Os valores da sua simulação são processados no navegador. Exemplos hipotéticos de índices e moedas estão identificados como tais.
Precisão e revisão
Calculamos com a precisão numérica do navegador e arredondamos valores exibidos para centavos. Pequenas diferenças podem surgir em contratos que arredondam cada etapa de outra forma. Revisamos as fórmulas com testes automatizados e exemplos conhecidos; as hipóteses ficam visíveis para que você possa conferir o resultado.
Se uma fonte estiver indisponível, as ferramentas dependentes mostram um aviso. Uma fonte desatualizada deve ser avaliada pela data indicada, mesmo quando a conta continua disponível.